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As pessoas são melhores se descobrirmos o que nelas há de melhor. A sociedade torne-se melhor se as pessoas forem niveladas por cima.

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As pessoas são melhores se descobrirmos o que nelas há de melhor. A sociedade torne-se melhor se as pessoas forem niveladas por cima.

Vantagens dos bloquistas e comunistas no governo

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As vantagens de um governo que inclua o PCP e o BE para o país são muitas. É lamentável que o senhor Presidente da República, pessoa com quem tanto antipatizo, não se tenha apercebido. Enumero algumas, dando atenção especial ao que tenho ouvido acerca do BE.

  • Ensino detalhado de tudo o que diga respeito a actividade sexual às crianças, pelo menos desde a escola primária (agora chamada 1º ciclo). Recordo uma intervenção na televisão, há uns anos, de uma mulher de referência do PCP, que defendia abertamente a criação de condições para que crianças a partir dos 12 ou 14 anos tivessem livremente relações sexuais, desde que seguras.
  • Provavelmente aulas no ensino escolar obrigatório sobre promoção de orgias entre crianças.
  • Fim do negócio dos narcotraficantes, libertando a comercialização de estupefacientes, provavelmente a partir da mais tenra idade.
  • Sobre a pedofilia, impera o testemunho de Daniel Cohn-Bendit, acerca da sua actividade enquanto educador de infância.
  • Sobre a substituição da instituição familiar baseada na família, aí já temos o avanço da bandalheira que nos foi deixada pelo último governo socialista.
  • Pares de homens ou de mulheres que vivam em união sexual poderão passar a levar livremente crianças para as suas casas para viverem nesse ambiente «sadio».
  • Sobre a tomada de posição em relação a actividades terroristas… bem será preciso decidir antes quem são os terroristas.

Mas há o outro lado da questão e que é mais importante que esta pouca vergonha em que o país ainda pode cair.

De quem é a culpa disto?

Foi a governação Sócrates que instaurou no país este caos, com os ataques à moral, com a perseguição a professores e funcionários, com a mão no bolso dos que dependiam de prestações sociais, as famílias.

Antes dele, a governação Cavaco que esbanjou dinheiro recebido da Europa a comprar sindicatos e grémios de patrões, dando-lhes dinheiro para construírem sedes, organizarem cursos de formação profissional que muitos acham que eram fantasmas, para afundar a frota nacional, usar as oliveiras como lenha ou para fazer estrume que agora são substituídas por olivais lá plantados por estrangeiros, pelo incentivo à destruição do solo arável através do plantio de eucaliptos e convite aos homens deste negócio para governarem a agricultura portuguesa.

A destruição do pequeno comércio pequeno com empregos fixos, por grandes superfícies comerciais, sem rosto e sem criação de postos de trabalho: fingindo não ver que destruíam postos de trabalho, ainda lhes pagaram como se estivessem a criar postos de trabalho.

O desplante com que estes e os posteriores governantes trataram os cidadãos, que mais não eram que os patrões que lhes pagavam os ordenados.

Quem empurrou o país para este resultado eleitoral senão os incompetentes governantes que permitiram o saque, o roubo do país, se, entretanto, os processos judiciais em curso o confirmarem?

A não existir um número suficiente de deputados PS a apoiarem o Orçamento apresentado por Passos Coelho, uma certeza ficaremos com uma maioria governativa com comunistas e bloquistas. O PS degradar-se-á, italianizar-se-á, partir-se-á, engrandecendo os partidos à direita e em especial o BE.

Mais uma vez, a provável incompetência dos dirigentes partidários não comunistas, poderá levar o país para o abismo comunista que, na Europa em que vivemos, mais não é que bancarrota e guerra civil.

São os dirigentes políticos que temos e temos tido! São os únicos que podemos escolher porque a nossa constituição não é uma verdadeira Constituição porque não permite a eleição de cidadãos que não tenham previamente vendido a sua lealdade a essas agremiações denominadas partidos.

Mas é evidente que um governo dos três partidos a esquerda vai ter uma política social que provavelmente vai dar ao povo o dinheiro que lhe pertence e tem estado a ser arrecadado por alguns, a ser distribuído por políticos que nunca trabalharam, a título de reformas, por exemplo.

Que nos valha Nossa Senhora de Fátima, a Imaculada Conceição Rainha de Portugal!