Quarta-feira, 8 de Maio de 2019

Os novos doutores e o 3º mundo

finalistas 2018.jpg

O cortejo da Queima das Fitas em Coimbra produziu 30 toneladas de lixo.

Não se preocupam os novos doutores que os almeidas da Câmara limparam tudo de seguida.

Os novos doutores quiseram imitar a Inquisição para humilhar as vítimas do Holocausto, embebedando-se à custa delas.

Bebedeiras, violações (?), são os ministros que devem suceder aos que temos. Farinha do mesmo saco.

01.jpg

Razão teve D. António Ribeiro ao criar a cerimónia da Bênção dos Alunos finalistas universitários.

Dignificou os finalistas e pô-los a olhar para o Alto.

Obrigado Patriarca António Ribeiro.

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 16:10

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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019

Perspectiva sobre Abril

Perspectiva sobre Abril.jpg

A revolução do 25 de Abril prejudicou muitas pessoas, que nunca esquecerão o ressentimento e beneficiou muitas outras que sempre a idolatrarão.

Como podem os repatriados, retornados e refugiados das colónias ou províncias ultramarinas esquecer os vexames que passaram, os companheiros assassinados e os bens de uma vida que tiveram de abandonar?

Como podem aqueles que por protestarem por não ter salário justo ou comida para pôr na mesa foram encarcerados em Caxias, Peniche, sem julgamento e depois de torturados?

A lista é longa e sem fim ou conclusão, para qualquer das perspectivas.

 

Apetece-me pensar em Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão, Mota Amaral, Joaquim Magalhães Mota, Miller Guerra, Pinto Leite, deputados eleitos nas listas da Acção Nacional Popular, partido do Estado Novo, sob a batuta do Presidente do Conselho Marcelo Caetano. Dentro do regime, anticomunista e antidemocrático, nas palavras de Oliveira Salazar, eles levantaram a voz contra o regime e esses discursos foram publicados na Seara Nova que se vendia em qualquer banca de jornais.

 

Hoje não há quem tenha frutos da horta para levantar a voz na Assembleia da República contra o partido que o elegeu e lhe providencia sustento. Talvez precisamente porque não estão a prestar serviço público mas a trabalhar para o partido ou para fazerem nome e ganharem reforma.

 

Apetece-me pensar no significado que têm nesta reflexão Cristiano Ronaldo e Eusébio da Silva Ferreira. Além de ser grande em todo o mundo, Ronaldo faz Portugal grande em todo o mundo, em primeiro lugar porque repete os maiores feitos da nossa História ao levar o nome de Portugal a todos os lugares habitados da Terra, tal como os heróis navegadores, descobridores e evangelizadores. Isto é fruto da liberdade que nasceu com a Revolução do 25 de Abril. Eusébio foi proibido por Salazar, como atesta a História de emigrar e levar mais longe o nome de Portugal.

Antes exportámos mão-de-obra de muito boa qualidade, mas essencialmente barata e não qualificada. E o regime abatia a tiro aqueles que atravessavam a fronteira a salto por não conseguirem autorização para emigrar. Fosse Eusébio, fosse um analfabeto bruto do interior beirão.

Hoje até há tolos governantes a incitar à emigração a nata da portugalidade, os jovens altamente qualificados e muito bem recompensados e remunerados no estrangeiro. Como se explica que exportemos médicos para os países mais desenvolvidos do mundo e importemos médicos de países do terceiro mundo ou de universidades que nem figuram nos rankings?

 

Olhemos para os nossos jovens. Quem concordaria hoje em enviá-los para teatros de guerra, com alta probabilidade de morrerem, depois de se atirarem para a frente de combate em consequência de serem drogados? Quem concordaria hoje em enviar os filhos para a selva violar mulheres e castrar homens? Os tempos são outros, mas antes, como hoje, falamos de pessoas, de filhos de Deus.

 

São apenas reflexões, porque as explicações e justificações estão na posse das multinacionais e transnacionais que escravizaram os portugueses negros em Angola e Moçambique, principalmente, sugaram o ouro, os diamantes e todas as riquezas que eram portuguesas pela legalidade internacional e fruto do trabalho dos nossos irmãos que nessas terras nasceram, como tinham nascido os seus pais, avós… O governo de Lisboa foi impotente, estava castrado, para defender a sua riqueza, em favor da Pátria e dos povos de quem se queria fazer defensor.

 

Os portugueses ficaram por maiores esclavagistas do mundo, mas a central exploradora e cofre dos lucros da escravatura estava em Londres, nessa Londres que apupou Marcelo Caetano, como se o governante português fosse mais colonialista que a Rainha Vitória e todos os reis e rainhas e governos britânicos.

 

Há uma reflexão grande a fazer sobre o 25 de Abril, num contexto que tem de recuar, pelo menos, até à queda da monarquia.

Terminamos com uma comparação. A Primeira República envolveu o país em guerras, desterrou trabalhadores e sindicalistas para as colónias e levou o país à bancarrota. Portugal não foi ocupado, tomado e dividido por espanhóis, ingleses e outros, porque Salazar esteve, bem ou mal, melhor, bem e mal, ao leme. Mas quando o país foi salvo de Salazar veio de Sócrates e teve de vir Passos Coelho, figura que abomino, mas que teve uma acção de regeneração contabilística idêntica a Salazar.

 

Conseguimos irritar quase todos, com este texto, porque a verdade dói.

 

Orlando de Carvalho

 

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Quinta-feira, 21 de Março de 2019

Igreja e Jovens

Jovem recusa  a Igreja!.jpg

Orlando de Carvalho

 

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Família sem Terceira Idade

Família sem terceira idade,.jpg

 

Orlando de Carvalho

 

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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019

Modernização na Câmara de Lisboa

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A Câmara Municipal de Lisboa está a modernizar reciclando de modo inteiramente ecológico.

Nas retretes do Cemitério de Benfica já não existe essa coisa do passado que tão inimiga do ambiente se revelou.

Use papel de jornal, para isso lá colocam uma boa quantidade de periódicos usados.

E também não havia água na torneira. Vai-se poupando onde se pode.

 

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Roubar idosas e crianças à sombra da idoneidade

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Foi pela década de 1980 que a avó ofereceu aos netos um mealheiro que era um cofre. Fez um depósito no Montepio a favor de cada um dos netos e recebeu o tal mealheiro com a devida ranhura para se colocar dinheiro. O cofre só podia ser abeto nas instalações do Montepio e o dinheiro que lá existisse era retirado e colocado na respectiva conta bancária.

Passaram alguns anos, não muitos. Os pais foram com as crianças ao Montepio para saber quanto tinha sido depositado pela avó e abrir os mealheiros para fazer a sua transferência para a conta.

O Montepio tinha cancelado esse sistema de poupança e tinha roubado o dinheiro das contas crianças que tinha sido depositado pela avó. Fizeram o favor de abrir os mealheiros e a família voltou para casa com os mealheiros, bons para irem para o lixo, com o dinheiro que neles tinha sido amealhado e com a notícia triste para a avó de que o Montepio tinha defraudado a confiança dela e roubado o dinheiro das crianças. Em boa verdade, os pais das crianças não quiseram dar essa tristeza à avó, já tão cansada de roubos e injustiças, e nunca lhe contaram a verdade.

Até que ao passar diante de uma loja do Montepio vimos o anúncio de que os mealheiros estão de volta.

Adivinhamos mais um roubo bancário e de banqueiros. Desta vez já plenamente anunciado porque é reincidência. Eles vão vivendo com os golpes de baú e contos do vigário, provavelmente convencidos que serão capazes de levar, no caixão, aquilo roubaram, especialmente a idosas e crianças.

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 15:08

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018

A pseudo-História

empalhados roubados em Lisboa por Napoleão.jpgEmpalhados roubados em Lisboa por Napoleão

A revista visão publicou online, hoje, este artigo, sem indicação de autoria, e que me merece catalogação num marcador de pseudo-História em resultado do espalhafato que pretende fazer ao manipular factos históricos em favor de um jornalismo que tem como objectivo vender sem olhar a meios.

 

Confira a história da Visão

Os museus em França devem devolver os tesouros roubados a África, diz um relatório, 21.11.2018

Está à vista de todos. Muitos museus europeus (sobretudo de antigas potências colonizadoras) estão cheios de obras de arte africanas. É um facto conhecido por todos que estes tesouros não foram propriamente oferecidos.

Agora, um relatório de dois académicos, a quem o presidente francês Emmanuel Macron pediu propostas para a restituição de peças de herança cultural africana, vem dizer inequivocamente que as obras que foram retiradas e enviadas para França sem o consentimento dos países de origem devem ser devolvidas se os mesmos países de origem as pedirem.

Este processo de restituição - continua o relatório dos académicos Bénédicte Savoy e Felwine Sarr, a que o jornal The New York Times teve acesso - deve ser feito de forma colaborativa, com a informação a ser recolhida e analisada, com trocas de conhecimento científico e formação de profissionais.

"Não posso aceitar que uma grande parte da herança cultural de vários países africanos deva estar em França. A cultura africana deve ser mostrada em Paris, mas também em Dakar, Lagos ou Cotonou. Essa será uma das minhas prioridades", disse o presidente francês, há um ano, perante uma plateia de estudantes em Ouagadougou, capital do Burkina Faso.

Se as propostas do relatório forem levadas adiante, poderá isso significar o esvaziamento de alguns museus franceses como o Quai Branly, que expõe 70 mil peças de arte da África subsariana? "Essa não é a questão", disse Bénédicte Savoy citada pelo The New York Times. "Trata-se de equilibrar a geografia da herança cultural africana no mundo, em que os museus europeus têm quase tudo e os museus africanos quase nada", acrescentou. O relatório sublinha que 90 a 95% da herança cultural africana não se encontra em África mas em grandes museus ocidentais.

O relatório recusa ainda uma solução como a que está a ser negociada entre o British Museum, em Londres, e a Nigéria, para que sejam emprestados a este país africano importantes esculturas que foram retiradas do antigo reino do Benim. O relatório francês é categórico em afirmar que a restituição deve ser permanente. A concretizar-se a vontade de Macron, a decisão dos franceses pode ter implicações em muitos outros países, incluindo Portugal.

 

A ignorância ou falsidade e má-fé advém precisamente de colocar Portugal ao lado de grandes potências da exploração colonialista, neste caso em relação ao saqueio de obras de arte, quando sabemos bem que fomos despojados de imensas riquezas tanto por franceses como por ingleses durante as guerras napoleónicas. E também por espanhóis, em diversas ocasiões ao longo da História.

 

A grande diferença em relação a património histórico entre Portugal e outras nações europeias não se deve apenas ao terramoto e ao maremoto de 1755, mas igualmente ao roubo perpetrado por invasores espanhóis e principalmente franceses e ingleses.

 

O tesouro saqueado não se restringe a obras de arte

Entre o saque levado pelos franceses, na sua primeira invasão, contam-se milhares de espécimes, animais e vegetais, que hoje se encontram no Museu de História Natural de Paris.

Com o General Junot, na primeira invasão francesa, veio também um cientista chamado Geoffroy Saint-Hilaire com o objetivo de recolher espécimes e informações.

Em Lisboa reuniu milhares de amostras, que incluem centenas de animais empalhados, enviados para Paris e que hoje integram a colecção do Museu de História Natural da capital francesa.

Um grande número destes espécimes veio do Brasil. Calcula-se que só da colecção do Palácio da Ajuda tenham saído mais de mil animais.

No Museu de História Natural de Paris este material, roubado em Portugal entre 1807 e 1808, é conhecido como a colecção do “Cabinet de Lisbonne”.

 

É legítimo também evocar os tesouros marítimos que pelo Direito Internacional pertencem a Portugal mas que, por incapacidade, ignorância ou interesses obscuros de gerações de governantes, têm sido desprezados.

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 19:24

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Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017

TVI 24 censura Ricardo Araújo Pereira

 

ricardo araújo pereira livros porto editora.jpg

 

O ataque histérico do lobby feminismo-LGBT ao par de livros da Porto Editora para meninas e rapazes encontrou a melhor explicação em Ricardo Araújo Pereira na TVI 24, Governo Sombra. Tratou-se apenas de um gesto histérico e com segundas intenções malévolas e uma fraude, partindo do princípio que, como habitualmente, os portugueses se ficariam pela avaliação do título para comentar e tomar partido.

Aquilo que muitos portugueses pensaram, Ricardo Araújo Pereira assumiu, usando, e bem, a sua popularidade.

 

A Porta Editora publica na sua página do Facebook toda a reflexão feita na televisão e informa o público em geral da posição expressa perante as câmaras da TVI 24.

VER AQUI O VÍDEO NA PÁGINA DA PORTO EDITORA

Por sua vez, a TVI 24 comete uma fraude, talvez mesmo um crime, e amputa a maior parte das palavras de Ricardo Araújo Pereira, publicando apenas alguns segundos da extensa conversa, precisamente aqueles em que ironicamente o conhecido intelectual explana o raciocínio fraudulento, que depois rebaterá, chamando-lhe histérico, estúpido, etc.

VER AQUI RICARDO ARAÚJO PEREIRA CENSURADO PELA TVI 24

A TVI 24 mente, pratica censura em relação a um seu entrevistado e viola princípios básicos de Direito e de Jornalismo. Mete-nos nojo.

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 13:57

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Domingo, 27 de Agosto de 2017

Rio Ave

rio ave.png

Rio Ave
O rio que nos mostra que não somos desportistas nem gostamos do fair-play.
O rio Ave nasce na Serra da Cabreira, a 1200m de altitude, e após 85km, e desagua perto de Vila do Conde.
A equipa de futebol de Vila do Conde, o Rio Ave Futebol Clube, enfrentou ontem uma equipa do pote A do sorteio da Liga dos Campeões. Esteve a ganhar, mas apenas empatou.
Quantos jornais, quanta imprensa, elogia hoje a maneira como uma simples equipa caseira se porta desta forma heróica? Como não há penaltis, etc. para ganhar no jogo de palavras, quase todos falam do tropeção do Benfica.
Isto acontece porque a imprensa não existe para informar com honestidade, mas para ganhar dinheiro.
Os adeptos do Benfica, Sporting e Porto são mais de 50% da população do país e é necessário agradar-lhes para eles consumirem os jornais e televisões. A honestidade e o desporto são uma estupidez de gente saloia e antiquada - parece!
Assim, os benfiquistas ficam contentes a ler notícias onde podem encostar o ombro e chorar.
E nada de aparecerem aqui anti-benfiquistas com comentários estúpidos a atacar o Benfica, que não é isso que aqui estamos a fazer.
Se logo à tarde acontecer o mesmo com o Sporting e, ou, o Porto, estas palavras repetem-se.
Que tal elogiar o Rio Ave e a sua qualidade de jogo?
Os políticos são corruptos, mas os jornalistas e directores da comunicação social e quem se deixa envolver e vai na conversa, também se torna corrupto, porque tão ladrão é o que vai ao pomar, como o que fica de guarda.
Resto de Santo Domingo.

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 12:49

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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017

Dia de Anos

DIA DE ANOS

Com que então caiu na asneira
De fazer na quinta-feira
Vinte e seis anos! Que tolo!
Ainda se os desfizesse...
Mas fazê-los não parece
De quem tem muito miolo!

Não sei quem foi que me disse
Que fez a mesma tolice
Aqui o ano passado...
Agora o que vem, aposto,
Como lhe tomou o gosto,
Que faz o mesmo? Coitado!

Não faça tal: porque os anos
Que nos trazem? Desenganos
Que fazem a gente velho:
Faça outra coisa: que em suma
Não fazer coisa nenhuma,
Também lhe não aconselho.

Mas anos, não caia nessa!
Olhe que a gente começa
Às vezes por brincadeira,
Mas depois que se habitua,
Já não tem vontade sua,
E fá-los queira ou não queira!

 

João de Deus

 

publicado por nivelar-por-cima às 09:51

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