Domingo, 23 de Abril de 2017

Sarampo

sarampo guiné conacri.jpg

 

Uma provável causa da Queda do Império Romano são as doenças infecciosas importadas de povos conquistados e para as quais os cidadãos romanos não tinham prevenção nem tratamento. O sarampo poderá ter sido uma das principais senão a principal.

Nas Américas, os indígenas não tinham defesas naturais contra doenças que os europeus exportaram e lá não existiam. Era normal um nativo americano morrer de uma constipação. Segundo alguns historiadores, perto de 100% das mortes de nativos depois da chegada dos europeus teve origem no sarampo e noutras doenças.

Quando se viaja para determinados países têm de se tomar vacinas para prevenir a contaminação e importação de doenças infecciosas para países onde não existem ou já estão extintas.

A OMS ou algum governo tomou medidas preventivas no sentido de vacinar os emigrantes que estão a invadir a Europa? Não se trata de lhes fechar ou não a porta, mas de os vacinar contra o sarampo e outras doenças erradicadas da Europa. Elegemos acéfalos para governarem os nossos países e a Europa. Até parece que somos todos acéfalos também. Não nos protegemos, nem fazemos bem aos refugiados ou emigrantes que chegam.

Que nos lembremos do fim do Império Romano ou das civilizações no Novo Mundo. Depois, cuidemos de proteger as nossas crianças, vacinando os recém-chegados.

Vacinar as refugiados na Europa: Já!

publicado por nivelar-por-cima às 19:45

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Sábado, 15 de Abril de 2017

Tanzânia de John Magufuli

Tanzânia John Magufuli.jpeg

 

John Magufuli, presidente (ou Primeiro-ministro) como Portugal precisa

Recebi esta informação de um amigo. Não conhecia e estranhei. Fui confirmar. Pois, por exemplo, a Wikipedia em inglês, confirma a maior parte dos dados, mas em português apenas cita que John Magufuli existe. Estranho, não é. A quem não interessa que isto se saiba?

 

John Magufuli tem 56 anos e foi eleito Presidente da Tanzânia a 5 de Novembro de 2015, sendo conhecido por Bulldozer pelas mudanças radicais que implementou.

Alguns dos cortes que ele tem feito:

  • Pela primeira vez em 54 anos, a Tanzânia não celebra oficialmente o dia da Independência, 9 de Dezembro, porque Magufuli defende ser “vergonhoso” gastar rios de dinheiro nas celebrações quando “o nosso povo está a morrer de cólera” e não só.
  • Não há mais viagens para fora, as embaixadas deverão tratar dos assuntos no exterior. Se for necessário viajar, uma permissão especial deverá ser dada pelo Presidente ou pelo seu Chefe de Gabinete
  • Acabaram-se as viagens em 1ª classe e classe executiva – com excepção do Presidente, o Vice-presidente e o Primeiro-ministro
  • Acabaram-se as conferências e seminários em hotéis caros, quando há tantas salas de ministérios vazias
  • O Presidente Magufuli perguntou por que razão os engenheiros recebem carros topo de gama se as carrinhas são mais práticas para o seu trabalho
  •  Acabaram-se os subsídios. Por que motivo são pagos subsídios se as pessoas recebem salários; aplicável também aos parlamentares
  • Todos os indivíduos ou empresas que tenham comprado empresas do Estado, que foram privatizadas, mas não fizeram nada com elas (passados 20 anos) ou as fazem recuperar imediatamente ou as devem devolver ao governo
  •  John Magufuli cortou o orçamento da inauguração do novo Parlamento de 100 mil dólares para 7 mil dólares.

 

publicado por nivelar-por-cima às 15:51

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Domingo, 9 de Abril de 2017

Laços e velas pelo cancro

Fazem-se minutos de silêncio por pessoas que morreram. Isso beneficia os mortos ou traz alguma paz de consciência aos que silenciam?

Usam-se laços cor-de-rosa em relação com o cancro da mama. Os laços rosa têm poder curativo? Evitam o cancro da mama? As doentes tiram algum benefício disso? Dá vida a quem morreu de cancro da mama?

Menos conhecidos, também se usam laços azuis na guerra ao cancro da próstata…

Circulam nas redes velas, com várias especialidades, mas com maior incidência “se perdeste alguém que amas, faz esta vela circular”, ou “se conheces alguém que morreu com cancro…”.

Que perda de tempo!

Aceito que o faça quem acreditar que com estes actos consegue beneficiar alguma pessoa. De contrário… trabalho, pragmatismo, mesmo sonho, mas rituais praticados por quem não lhes vislumbra qualquer objectivo ou utilidade… é ridículo.

publicado por nivelar-por-cima às 23:49

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A desacreditação da sociedade

zona pedonal.jpg

 

Quando eu era criança, tinha a noção que ser médico, ser professor, ser padre, ser juiz, era sinal de idoneidade.

Essa perspectiva, eu bebi-a da sociedade. Associar padre e gatuno parecia pecado.

Hoje parece que tudo mudou. Mas talvez nada tenha mudado além da abertura para falar claro e chamar as coisas pelos seus nomes.

Médico surge associado a erro médico e a corrupção ou abuso sexual quando passamos as páginas dos jornais ou da Internet.

Professor… os professores são a classe profissional que mais necessidade sente de se lastimar nas redes sociais.

A RTP associa o nome do ecónomo do Patriarcado de Lisboa a fraude.

Os fiéis ficam indecisos em relação a contribuírem para a Caritas.

A justiça dos tribunais é motivo de troça, senão na comunicação social, nas conversas entre pessoas que olham para as sentenças proferidas, para as penas suspensas, para tanta injustiça e não entendem como é possível.

Por que razão não há-de haver gatunos entre os médicos, os professores, os padres, os juízes?

A ex-candidata à Presidência da República tinha sido acusada de desviar dinheiro oferecido para o tratamento de doentes cancerosos em arranjos de flores para conferências.

As pessoas comuns, aquelas que não roubam mesmo porque não podem roubar, porque não têm maneira nem acesso a condições para roubar, não entendem isto, desanimam, não votam, não querem saber da política, isto é, de como vai o governo e a gestão da cidade, do país. Mas é entre estes que não podem roubar que se encontram os presos por roubo: num supermercado, por exemplo, num pequeno cheque sem cobertura. Porque estes não têm condições para contractar advogados daqueles que fazem parte das classes profissionais acima referidas e vão presas.

A um católico pode bastar confiar na Justiça Divina que se revelará no final dos tempos. Uma pessoa sem fé, no outro extremo filosófico, pode precisar de recorrer a uma justiça que não seja a politicamente correcta, que não seja a de Deus, mas que infelizmente desça ao nível daqueles que governam os países, as empresas, o emprego, o dinheiro que não lhes pertence.

Em Portugal, cada cidadão, revela a comunicação social de hoje, emprestou à Caixa Geral de Depósitos, via governantes indignos, cerca de mil euros. A um casal com três filhos roubaram, portanto, cinco mil euros. A este valor existe o que roubaram para manter o nível de vida de alguém, via governo e administrações de BES, BPP, BPN, BANIF, MG, talvez alguma destas siglas esteja a mais e devem faltar aqui algumas. Parece um carrocel de siglas ladronas.

publicado por nivelar-por-cima às 21:13

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Sábado, 8 de Abril de 2017

Provérbios pouco usados

HPIM0188.JPG

 

Vi num escritório, há muitos anos, dois provérbios afixados na zona da sala onde funcionavam a contabilidade e a tesouraria. Eram duas placas com nada em comum, além de qualquer delas ter inscrito um provérbio e estavam ambas em espanhol.

Há muitas coisas na vida que são absolutas, ou se é ou não se é, aquilo ou está bem ou está mal. Outras porém são relativas, em maior ou menor grau.

Uma destas coisas relativas é o dinheiro. Entidade energúmena pela qual tantos são capazes de vender a mãe e o pai e a alma e a possibilidade de alguma vez poderem ser felizes. Todavia, é pertinente questionar: é possível viver na Europa, no século XXI, sem dinheiro? O abrigo para habitar, a comida, a água, a energia, o cuidado dos filhos, são exemplos de actividades absolutamente necessárias e que não se obtêm sem dinheiro. A questão essencial é o modo como se obtém o dinheiro e o modo como ele é gasto.

Venha então o primeiro provérbio, já em português:

 

A nota não dá felicidade mas acalma os nervos e ajuda a pagar os compromissos.

 

O segundo provérbio aborda também uma questão moral. Como devo reagir ao mal que me fazem? Dar a outra cara, como sugere o Evangelho, e que um amigo meu, católico, afirmava, há dias, ser uma estupidez, seguir à risca? Ignorar? Pagar com o bem? Retorquir na mesma moeda? Vingar-me? Queixar-me à autoridade estabelecida? Criar e manter um estatuto de O Mais Forte, ou pelo contrário, assumir ou permitir ser o Bombo da Festa? O segundo provérbio sintetizava uma posição algo conciliadora destas e pode ser de difícil execução.

 

Se me enganas uma vez, que vergonha para ti!

Se me enganas duas, que vergonha para mim!

 

Entre provérbios caminhemos na estrada da vida, pois eles podem ser-nos úteis se bem doseados e bem digeridos. E não devemos esquecer cuspir a casca e o caroço, para ingerir apenas a parte suculenta do provérbio.

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 22:35

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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

Quando o prazer ofusca a felicidade

Quando o prazer ofusca a felicidade.jpg

 

A possibilidade de ficar em casa e ajudar os filhos é um direito da mulher, consequência do dever de carregar a gravidez se e quando esta acontece. A Igreja (e estou em sintonia com ela) não declara a obrigação que a mulher tem de ficar em casa, mas o direito que tem e a obrigação que o Estado e a comunidade têm de lhe proporcionar esse exercício. Acresce que esta é a mais simples, mais económica, mais humana e mais eficaz das medidas que é possível tomar em defesa de uma educação e de um crescimento infantil e juvenil saudáveis, isto inclui o combate às dependências e outras situações que fazem as pessoas infelizes. O movimento que inculca a noção de disfunção no apoio materno é o mesmo que leva ao aumento do consumo de tabaco entre as mulheres, quando este diminui entre os homens; que leva ao aumento da aberração sexual, por exemplo, na moda, quando a finalidade é expô-las ao olhar voyeur e enfim, afastá-las da felicidade que é a família; é o mesmo que, em vez de pugnar por um processo de valorização da sociedade, propondo maior fidelidade por parte do esposo e continência ao homem, defende que o homem deve ser sexualmente «livre», leia-se libertário, e a mulher deve (não é tem o direito, mas o dever) ser tal e qual o homem.

Que ninguém chame ao estado em que vivemos de progresso ou evolução. Nem de igualdade de direitos. Para a igualdade de direitos, nivela-se por cima, não por baixo. O progresso e a evolução tem a ver com a capacidade de a pessoa se sentir feliz e integrada numa família, num lar e não viver como pessoas sem abrigo, sem laços comunitários, colocando sempre o próprio prazer acima da sua felicidade e da felicidade de quem quer que seja.

Dentro de cada um debatem-se duas naturezas. A do prazer, que leva à morte, ao sofrimento, ao egoísmo, à arrogância e a da felicidade que leva à entrega para o bem do outro, com sacrifício e com paciência. Vencerá dentro de ti, no final, a natureza que melhor alimentares.

Orlando de Carvalho, Março de 2015

publicado por nivelar-por-cima às 15:18

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Domingo, 2 de Abril de 2017

Canelas Anti-fair-play

fifa-fair-play-soccer.jpg

Parece que há um clube, lá para o norte, composto por jogadores que são da claque do Porto.

A notícia é dada aqui

 

No vídeo encontrado no Youtube,aqui: https://www.youtube.com/watch?v=dqMfPLvS7e0 também está aqui, reeditado: https://youtu.be/dqMfPLvS7e0, percebemos o que é preciso evitar que exista em Portugal.

Isto não é o Portugal da maior parte dos portugueses.

E as maiorias nunca têm de se vergar às minorias.

Isto é mostrar que Portugal é uma coisa que não é. Os portugueses são maioritariamente pessoas boas. Não são esta vergonha.

 

 

 

 

publicado por nivelar-por-cima às 17:33

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Domingo, 26 de Março de 2017

Nacionalista renega família

Jean-Marie-Le-Pen-Marine-Le-Pen.jpg

O ex-legionário Jean-Marie Le Pen fundou e foi o primeiro dirigente do partido político de extrema-direita Frente Nacional. Deitando a culpa de tudo o que de mal acontece em França, na Europa e no mundo aos pretos, aos judeus, aos ciganos e a outros diferentes (Jesus é judeu filho de judia), conseguiu um grande número de seguidores, pessoas descontentes com a vida que finalmente encontraram um bode expiatório. Bastou ao ex-legionário copiar o que umas décadas antes fizera o grande inimigo da nação francesa, Adolfo Hitler. Envelhecendo, o ex-legionário puxou para a direcção do partido a sua filha Marine Le Pen.

Esta mulher, que já admitiu irregularidades na contratacção de empregados seus, quer ser presidente da França, implementar um regime hitleriano e imitar os outros inimigos seculares dos franceses, os ingleses, abandonando a União Europeia.

Será que Marine Le Pen pode ter razão e a sua filosofia de vida ser boa para os franceses, uma política civilizacional.

Não!

Olhai para o que Marine faz enquanto filha. Expulsou o pai do partido que o pai fundou. Quase declarou desejar a morte do pai. Litiga em tribunal com o pai.

O pai não parece ser boa pessoa, mas a filha supera o pai e não se importa de se tornar inimiga do pai para conquistar o poder. Marine não é mulher honesta, não é mulher de família, não é mulher de bem.

Marine não passa de uma mulher de honestidade e virtude duvidosa.

Será que os franceses tradicionalistas, os franceses que não acreditam no comunismo nem no ateísmo para o futuro da França querem uma mulher assim inimiga da família? Estranho é ver o apoio incondicional que tantos que se intitulam cristãos dão a esta mulher.

Parece que para ela, nem Deus, nem Pátria, nem Família. Então porque a apoiam os que se identificam com esses ideais?

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 20:32

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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

Viaduto de Alcântara

viaduto alcântara.jpg

Há muitas décadas atrás foi construído um viaduto PROVISÓRIO em Alcântara, com validade de alguns meses, enquanto demorava a construção de um novo. Urgia resolver a questão de uma passagem de nível. Muitas décadas depois, parece estranharem que o viaduto provisório com validade de alguns meses esteja a cair.
Cambada de incompetentes que os lisboetas elegem para governar a cidade!

Orlando de Carvalho

 

publicado por nivelar-por-cima às 09:15

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Sábado, 18 de Março de 2017

Valores beirões

IMG_20150705_114017.jpg

 

Sentado na esplanada do Café Argus, observo o cauteleiro. Trata-se de um cavalheiro e não de um homenzinho nem de um pedinte, pela maneira como veste, calça, fala, enfim, como se apresenta. Não anda com as cautelas na mão, mas dentro de uma capa, onde há outros papéis, como se fosse um universitário. Ele até podia ter as cautelas dentro da capa por estar a fazer algum negócio ilegal, mas não é dele que estou a falar, ele é o paradigma que escolhi para as gentes daquele lugar.

Quando ando pelas ruas de Arganil e vejo os filhos da terra, tenho a sensação de viver na sociedade (lisboeta) dos finais do século XIX, início do século XX. Tem um pouco a ver com o aspecto das pessoas, mas eu acredito que o aspecto revela algo do coração. O corte da barba e do cabelo dos homens, o vestir das senhoras… evocam, no meu espírito, gente que acredita em valores. Podem ser valores diferentes dos meus, e são-no muitas vezes, eu sei, mas são valores. É bom ter valores, melhor se forem justos, claro.

Não vejo pessoas a vestirem à antiga nem me parecem pessoas com ideias antigas ou retrógradas.

O que vejo em Arganil, via em Góis há poucas décadas, mas já não vejo. O que não é necessariamente bom nem mau. É uma época, que está viva em Arganil – por quanto tempo? – e que já terminou em Góis.

Hoje as pessoas são mais despreocupadas – há dias, numa oficina automóvel, usaram esta palavra para se referirem à irresponsabilidade de um mecânico. Talvez a despreocupação tenha alguma relação com a irresponsabilidade. Ainda não pensei bem no assunto. Talvez não haja qualquer ligação.

Agora vejo claro. São homens e mulheres de honra, dos que são referidos na literatura de há cem anos, talvez um pouco mais, que me evocam as pessoas que vejo percorrerem aquelas ruas. Os que se reuniam em tertúlias nos cafés, escritores, poetas e pintores e outros que tais e alguns nada disso.

Agrada-me vê-los no café, vestidos e a falarem como no Chiado ou no Rossio de Lisboa no final da monarquia. E até à década de 1960 ou 70, até os bancos tomarem conta desses cafés, como o Diário Popular ecoou então. Não concordo nem discordo com os pensamentos deles, mas são uma bela imagem. Acredito que são valores de há 100 anos. Ou de sempre. Ou de nunca. Numa sociedade tão carente de valores e de quem dê testemunho de valores.

 

Orlando de Carvalho

publicado por nivelar-por-cima às 12:37

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